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Brasil

01/07/2020 às 05h09 - Atualizada em 01/07/2020 às 05h09

Seleção Brasileira comemorou os 18 anos da conquista do pentacampeonato

Robson Lessa
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FONTE: Robson Lessa/CBF

Capitão Cafú dá a volta olímpica na conquista do penta. Foto CBF

A camisa da Seleção Brasileira recebia sua quinta estrela na Copa do Mundo de 2002, há 18 anos. Foi em um dia 30 de junho como este que brasileiros acordaram cedo (8h horário de Brasília) e se abraçaram com a bandeira verde e amarela para prestigiar a terceira final consecutiva do Brasil.

A decisão foi contra a Alemanha, em Yokohama, no Japão. Com dois gols de Ronaldo “Fenômeno”, a Seleção se firmava como a única pentacampeã mundial.

A equipe Brasileira chegou ao Mundial desacreditada. Depois de perder na final para a França, em 1998, as Eliminatórias para 2002 também tiveram caminhos turbulentos e o elenco, comandado por Luiz Felipe Scolari, só conseguiu a classificação na penúltima rodada. Mas se teve uma lição que essa edição da Copa deixou para a gente foi: jamais subestime o potencial dos craques brasileiros.

Um deles era o Ronaldo Nazário. O atacante, que jogava pela Internazionale (ITA), havia passado por cirurgias no joelho pouco tempo antes da competição e o seu rendimento era o principal assunto na mídia da época. Outros nomes como Rivaldo, Cafu, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos e Juninho Paulista também integravam aquele elenco campeão.

A fase de grupos foi tranquila, recuperando, aos poucos, a confiança dos torcedores no Brasil. Um pequeno susto apareceu na estreia contra a Turquia, que abriu o placar nos acréscimos da primeira etapa. Logo no início do segundo tempo, Ronaldo chamou a responsabilidade para si e deixou tudo igual. A virada veio quase no final da partida em um pênalti cobrado por Rivaldo. Triunfo por 2 a 1 para Brasil.

Já no segundo duelo, as coisas caminharam mais fáceis e o time canarinho goleou a China por 4 a 0 em um espetáculo protagonizado pelos R’s da seleção. Roberto Carlos abriu o placar, seguido de Rivaldo e Ronaldinho, que converteu um pênalti. Ronaldo sacramentou a goleada aos 10 minutos da etapa complementar. Esse não foi o único placar expressivo na campanha do penta e o jogo seguinte acabou com qualquer desconfiança que ainda pairasse sobre as lesões de Ronaldo e Rivaldo. O Fenômeno balançou as redes duas vezes nos 5 a 2 contra a Costa Rica. Rivaldo também deixaria o dele, junto com Edmílson e Júnior.

Assim, a Seleção Brasileira avançava para o mata-mata enfrentando mais um teste de resistência no jogo contra a Bélgica, com um primeiro tempo marcado por tentativas de gols mal sucedidas. Os dois tentos saíram na metade da segunda etapa com autoria de Rivaldo e Ronaldo, e o triunfo foi garantido com 2 a 0. Nas quartas, um jogo truncado com a Inglaterra. O “English Team” saiu na frente depois de uma falha do zagueiro Lúcio, mas os ingleses não conseguiram parar o talento de Ronaldinho Gaúcho. O craque brasileiro fez a jogada do gol de empate, anotado por Rivaldo, e marcou um verdadeiro golaço de falta na intermediária, garantindo a classificação do Brasil com o placar de 2 a 1. Na semifinal, a Turquia foi a adversária outra vez e, mais uma vez, a Canarinho venceu. Com o famoso gol “de bico” anotado por Ronaldo, o placar de 1 a 0 carimbou o passaporte para a decisão.

Era então chegada a hora de uma final inédita na história das Copas do Mundo. A Terra do Sol Nascente seria palco de Brasil e Alemanha, duas das equipes mais bem sucedidas do futebol mundial, que nunca haviam se enfrentado na decisão. No Estádio Internacional de Yokohama, a partida ficou marcada pelo equilíbrio físico da Alemanha e da paciência brasileira de trabalhar a bola, na espera de pequenos espaços.

Alguns chegaram a aparecer, mas não saíram do quase. Ronaldinho Gaúcho tentou uma vez e Kléberson acertou o travessão logo na sequência. Roberto Carlos até mirou, mas o goleiro alemão Oliver Kahn espalmou e adiou mais uma vez o grito da torcida brasileira. A oportunidade de comemoração, enfim, foi concluída no segundo tempo. Ronaldo abriu o placar aos 22 minutos e fechou aos 32. Ali, o Fenômeno entrava para a história ao marcar oito gols em sete jogos, feito que não acontecia desde 1974, e garantia a alegria de todo um povo que acordou cedo, mas continuou sonhando com a conquista de título histórico no outro lado do mundo.

Com uma campanha invicta e sob o comando de Luiz Felipe Scolari, o Brasil era campeão do mundo novamente. Dando a volta por cima. Encerrando o mundial como um gigante: gritando "é campeão".

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